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Como explicar um grande e complexo avanço científico em 18 minutos sem perder a atenção da sua platéia leiga?
Como explicar um grande e complexo avanço científico em 18 minutos sem perder a atenção da sua platéia leiga?
O Open for questions é uma seção do site da Casa Branca em que os eleitores postas suas perguntas e podem votar nas questões que gostariam que fossem respondidas pelo presidente Obama. A votação é feita nos moldes do Digg.
Em tempos de crise é uma excelente idéia pra comunicação interna. Um Open for questions dentro da intranet de uma grande empresa, com os colaboradores fazendo perguntas para o CEO ou mesmo para os VPs de suas áreas seria uma boa ferramenta de comunicação interna, sem contar na melhora no senso de time.
Semana passada o Masie Center publicou os resultados da pesquisa on-line sobre aprendizagem social feita pela internet.
Durante a pesquisa, todos os assinantes da newsletter e leitores do site do Elliot Masie foram convidados a responder o questionário.
Os resultados são bem interessantes e podem ser consultados gratuitamente.

Você tem um projeto de aprendizagem social?
O site Explore the Cycle mostra como funciona os processos de reciclagem de vários tipos de material.
O desenho instrucional é bem bacana e a arte chama bastante a atenção. Vale a pena conferir…
Não é de hoje que estamos discutindo a importância de incluir o registro oral como possibilidade na gestão de conhecimento nas empresas.
Hoje, a maior dificuldade desse tipo de registro é a busca. Enquanto as ferramentas de LCMS estão cada vez mais equipadas com ferramentas de busca que correm todo o texto dos seus arquivos, sejam eles Word, PDF, PowerPoint etc, os arquivos de áudio ainda ficam sujeitos a descrição e taxonomia. Por esse e outros motivos, já há muito acompanhamos o avanço das tecnologias que transformam o áudio em texto.
Ao contrário das ferramentas que transformam o texto em áudio, amplamente usadas em soluções de acessibilidade e hoje presentes até em produtos super populares, como o novo iPod Shuffle anunciado ontem, a tecnologia que transforma o discurso em texto corrido ainda precisa de muita pesquisa.
A boa notícia é que agora o Google também está na briga e acaba de anunciar uma ferramenta que transforma o VoiceMail em email. No próprio vídeo de apresentação, eles assumem que ainda existem muitas melhorias a serem feitas, mas quanto mais empresas investirem na idéia, mais rápido vamos chegar a uma solução.
Hoje de manhã li a newsletter do Elliot Masie e tive que conferir:
“Go Woz - Nerds Dancing and Smiles: Last night, I sat on our couch and
watched Steve Wozniak, “Woz”, the co-founder of Apple and a fellow
nerd, Segway owner and Judge for FIRST Robotics, make his first
appearance on “Dancing with the Stars”. Whether you can stomach the
show or not, it was a lesson about learning and nerds. OK, dancing in
shorts and black socks was a bit too close to home - and Woz did not
impress the judging panel with his slick moves. But, it was a great
moment to see the joy and humor that he brought to the task. And, to
watch how he is using this as a life learning experience.”
Não é de hoje que todo mundo fala sobre como a facilidade de comunicação e o excesso de informação tem tornado a procrastinação o mal da década.
Eu sou naturalmente anti-procrastinação, mas confesso que, hoje em dia, quando não quero fazer determinada coisa, é muito mais fácil enrolar do que 10 anos atrás. Mas a ‘enrolação’ não tem a ver apenas com a preguiça, mas muitas vezes com preciosismo.
No meu próprio time, consigo ver a falta de produtividade causada pelas duas coisas: procrastinação causada por falta de interesse e excesso de cuidade. A falta de interesse precisa ser tratada de outras formas, mas o que mais me deixa triste são as pessoas que gostam do que fazem, que fazem com gosto e mesmo assim, não conseguem terminar seus trabalhos por insegurança. Acho que foi por isso que fiquei tão feliz pelo Cult of Done Manifesto, no blog do Bre Pettis. Eu realmente acredito em fazer, em terminar, em completar, mesmo que esteja errado. Errar também é aprender e te leva a fazer melhor na próxima vez. Quando você tem um objetivo, você produz melhor, mas para isso é preciso ter milestones claros, para ter um senso de progresso. A sensação de progresso é o que te renova na próxima fase.
Por isso e mais algumas coisas, fiz essa ‘tradução livre’ do manifesto. Espero estar de alguma forma contribuindo pra passar esse pensamento pra frente.
The Cult of Done Manifesto
Apresento a você o ‘manifesto of done’. Ele foi escrito em colaboração com Kio Stark, em 20 minutos, porque 20 minutos era o tempo que tínhamos para terminá-lo.
1. Existem três estágios: Não saber, agir e terminar.
2. Aceite o fato de que tudo é um rascunho. Ajuda a terminar.
3. Não existe fase de ajuste.
4. Fingir que você sabe o que está fazendo é quase o mesmo que saber o que você está fazendo. Então, faça como se você soubesse, mesmo que você não saiba.
5. Acabe com a procrastinação. Se você vai demorar mais de uma semana pra conseguir concluir, desista.
6. Ao terminar, não significa que acabou e sim que você vai fazer outras coisas.
7. Uma vez feito, já pode ir pro lixo, se você desejar.
8. Esqueça a perfeição. Além de chata, te impede de terminar.
9. Pessoas que não colocam a mão na massa estão erradas. Fazer as coisas te torna certo.
10. Fracassar conta como terminar. Então, cometa erros.
11. Destruir é uma variação de feito.
12. Se você tem uma idéia, ao publicá-la na internet, ela conta como semi-feito.
13. Terminar é dar início de outras coisas.
Sou declaradamente uma grande fã de ferramentas de autoria. Acho que sim, precisamos muitas vezes abrir mão de alguns preciosismos para conseguir atender as pessoas certas, na hora certa. Isso é capacitação pra valer. Não acho que o segredo de um bom curso está nos mirabolantes recursos de mídia, e sim em um bom desenho instrucional - prover o conhecimento necessário, pra quem precisa, de forma rápida, inteligente e concisa.
Comecei a trabalhar com ferramentas PPT-to-Flash já tem bastante tempo. Comecei com Articulate e, por forças maiores, acabei desenvolvendo um programa bem extenso no extinto Breeze, que hoje se chama Connect. Hoje ainda desenvolvo muita coisa no Adobe Captivate, que ainda não tem muita concorrência, mas está mais voltado para treinamento de sistemas.
Apesar da forte concorrência do Adobe Connect, o Articulate ainda resiste, firme e forte. Eu sempre tive preferência por ele porque o report SCORM, tanto de conclusão dos SCOs como os de avaliação, sempre me pareceu mais completo que o do antigo Breeze. Depois que a Adobe colocou o pacote Connect no mercado, não tive mais oportunidade de descobrir se esse problema foi resolvido.
Essa semana eu consegui um tempinho para dar uma olhada nas melhoras do Articulate Studio ‘09 e gostei muito do que vi.
Ainda não utilizei a versão Trial, mas vi os demos, os tutoriais e participei até de uma das sessões diárias de demonstração ao vivo da ferramenta.
Seguem as minhas considerações:
Melhora na qualidade de imagem: Toda ferramenta PPT-to-Flash tinha o mesmo problema. Se você colocar uma ilustração ou uma foto, quando o slide é exportado pra Flash, a qualidade cai muito. Pelo que pude ver, eles tiveram um grande salto nesse quesito. As imagens parecem bem definidas e as cores fiéis.
Branching: Árvore de decisão. Você pode criar um caminho não-linear pelos slides, de acordo com a interação do usuário. Acho o recurso ótimo, mas gostaria de saber como fica o índice de conclusão do SCO se ele não passar por todas as telas.
Annotations: Uma boa maneira de se livrar das flechas e setas do auto-formas do PowerPoint. Seria interessante se pudéssemos subir os nossos próprios ícones.
Navegação multi nível: Agora o roadmap ficou mais parecido com os dos pacotes SCORM. Quero saber se é possível travar as telas (Exemplo: Tornar obrigatório completar um módulo para habilitar o outro).
Multi-línguas: Tem até português! Chega de ficar traduzindo os itens da interface!
PPT-to-Word: Uma boa maneira de ter meio caminho andado para a apostila.

PPt-to-Mobile: Definitivamente preciso testar. Quer ver como fica a navegação pelo roadmap.
Embed para Web: Excelente! Na demonstração, o aluno faz uma busca no Google durante o curso. É um bom recurso didático e também resolve alguns problemas de atualização (Exemplo: Um curso sobre finanças, você pode mostrar a cotação da bolsa em tempo real)

Eu sempre achei meio esquisito a solução de exercícios e provas ser separada, mas até entendo. Sendo uma aplicação separada, você fica menos preso ao PowerPoint e ganha mais recursos.
Acho que as principais melhorias estão no recurso de banco de questões para sorteio e nas soluções de formatação, que cresceram bastante. Você pode incluir vídeos, montar animações, ou seja, dar menos cara de ‘PROVA’.

O Engage nada mais é do que uma biblioteca de templates instrucionais, para libertar o aluno do tédio do PowerPoint.
O desenho instrucional é simples mas, contando uma boa história, são bem úteis para envolver o aluno, sim.
Processo: Uma das categorias de objeto de aprendizagem. Utilíssimo para o encadeamento de idéias.

Mapeamento de imagem: Também indispensável. Dá pra fazer no próprio PowerPoint, mas economiza muito tempo e o resultado final é mais bonito e mais leve.

Abas: Também dá pra fazer no PowerPoint, mas demora e não fica muito bem acabado.

Linha do tempo: Perfeito para objetos de aprendizagem do tipo fato. Organiza os acontecimentos no tempo.

Media tour: Colocar vídeo em Flash, PowerPoint ou áudio é sempre uma tristeza. O Media tour parece tentar minimizar esses problemas.

Imagem guiada: Na demonstração tem um curso de manutenção de hardware. Dá pra ver que é bem efetivo.

FAQ e Glossário: Estavam em falta mesmo! Ainda bem que lembraram de colocar estes dois recursos tão tradicionais.

Assim que conseguir dar uma olhada no trial, eu conto mais!
Confesso que sou grande fã das previsões dos techies. Todo ano checo pra ver se concordo ou não e no fim do ano retomo pra ver quem estava certo ou, pelo menos, no caminho.
Este ano o número de palpiteiros caiu muito, com certeza por causa da crise. Estátodo mundo tão apreensivo com o que vai acontecer que parece que ninguém se mete a fazer previsões.
De qualquer forma, lá vai uma das mais interessantes que encontrei:
Semana passada, o Brandon-Hall Research lançou uma publicação chamada Planning and Evaluating Business Needs for an Enterprise Learning Management System.
Entre outras coisas, esse artigo trouxe um checklist bem resumido de quem você deve envolver no seu projeto de implementação de LMS.
Fiz uma tradução livre, incluindo algumas coisas das minhas experiências anteriores.
| Critério | Envolver |
| O LMS é de um departamento ou região, ou é global? |
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| O publico-alvo do conteúdo a ser oferecido é de um grupo específico? Exemplo: Call center, departamento de vendas, gerencias regionais. |
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| O LMS faz parte de um projeto maior? |
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| O LMS afeta o trabalho, papel ou horário de trabalho de alguém? |
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| O LMS afeta relações contratuais ou com fornecedores? |
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| O LMS obedece o manual da marca, guidelines de comunicação ou material de marketing? |
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| O LMS vai precisar de novas máquinas, servidores, softwares? |
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| O LMS precisa ser customizado? |
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| O LMS utiliza dados confidenciais como informação de consumidores, de empregados ou financeiros? |
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| O projeto afeta processos do negócio, fora do LMS? |
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| O LMS interfere na avaliação de performance dos funcionários? |
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| O projeto tem visibilidade dentro da empresa ou impacto global? visibility or global impact? |
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| O projeto engloba mais de um país ou atenderá pessoas de mais de uma língua? |
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Claro que isso nao é tudo. Além de envolver essas pessoas, é preciso definir bem qual o papel delas em cada fase da implantação, mas acho que saber quem deve estar presente já é um bom começo.
Como eu disse no primeiro post, a primeira regra da implementação do LMS é: Conhece-te a ti mesmo. Sabendo onde está e onde quer chegar, metade do trabalho está feito!
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